O Orçamento Participativo, como mecanismo de participação cidadã efectiva
e distribuidora de recursos transparentes, começa a tornar-se conhecido e a
instalar-se no Chile a partir do ano 2000. Inicialmente, de forma muito tímida,
alguns municípios tentaram levar a cabo esta modalidade de trabalho nos seus
territórios. Os pioneiros foram concelhos de pequena e média dimensão na
região metropolitana de Santiago: Buin, Cerro Navia e San Joaquín.
Actualmente, com apoio governamental e do Fórum Chileno de OP
principalmente, tem-se registo cerca de 30 experiências de OP em execução no
país.
Escrito por Coordenador da ONG
30-Nov-2009
OP em Angola
26-11-2009
Caála - Trinta funcionários das administrações municipais do Bailundo e da Caála, na província do Huambo, terminaram, quarta-feira, um seminário de dois dias sobre a elaboração de orçamentos participativos.
O seminário, promovido pela Organização Não Governamental angolana Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), visou dotar os participantes de conhecimentos gerais e específicos para a elaboração de orçamentos tendo em conta as necessidades e aspirações das comunidades.
Escrito por Coordenador da ONG
28-Nov-2009
Orçamento Participativo em Lisboa
A Câmara Municipal de Lisboa deu início à 2ª edição do Orçamento Participativo, depois do sucesso da 1ª edição desta iniciativa, que registou, em 2008, mais de 3400 participações.
O Orçamento Participativo (OP) é uma das formas de participação dos cidadãos na gestão da Câmara Municipal de Lisboa. Através do OP, os cidadãos podem participar apresentando uma proposta para a sua rua, bairro, freguesia, ou cidade em geral, relativo a investimentos, manutenções, programas ou actividades até ao montante de 5 milhões de euros.